Programa Fazendas Vivas

Um dos maiores desafios deste século será garantir nossa segurança alimentar e mitigar nossos impactos no clima. Para isso, será necessário dobrar a produção agrícola, preservar os ambientes naturais e regenerar a saúde dos solos.

Produtores rurais estão à frente no enfrentamento a este desafio. O Programa Fazendas Vivas utiliza o valor do carbono para encorajar fazendeiros a conservar florestas e adotar sistemas de produção agrícola regenerativos.

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USO DE TERRA NO BRASIL

O Programa Fazendas Vivas tem foco em preservar as florestas nativas que podem ser legalmente desmatadas (25,6% do total das áreas de florestas nativas do Brasil) e em regenerar áreas degradadas (13,2% do total das áreas destinadas à agropecuária no país).

DESMATAMENTO EVITADO

Preservação da vegetação nativa excedente, segundo o Código Florestal Brasileiro

Há milhões de hectares de florestas e vegetação nativa excedentes em propriedades rurais. Os produtores podem ser compensados para proteger essa vegetação e o mercado do carbono é a melhor forma de viabilizar isso.

AGROPECUÁRIA REGENERATIVA

Aumento do carbono no solo e na biomassa por meio de sistemas produtivos integrados e intensificados.

Existem milhões de hectares de áreas degradadas no Brasil que podem ser restaurados por meio de sistemas regenerativos. Estes produzem mais alimento por hectare, dão resiliência climática e econômica ao produtor e promovem a remoção de carbono da atmosfera.

Como funciona o mercado voluntário de carbono?

Organizações responsáveis estabelecem compromissos públicos de redução do impacto climático. Como uma de suas estratégias para cumprir esses compromissos, adquirem créditos de carbono de projetos sustentáveis.

Créditos de carbono gerados por estes projetos compensam emissões de GEE e promovem uma série de co-benefícios, como a geração de renda no campo e a preservação dos recursos hídricos e da biodiversidade.

ETAPAS DO PROCESSO

1. Carta de intenções
Comunicação e engajamento do produtor no Programa Fazendas Vivas.

2. Análise de elegibilidade e viabilidade
Análise da conformidade da propriedade com a legislação vigente e requisitos da metodologia . Análise da viabilidade financeira do projeto.

3. Contratação
Oficialização da parceria e definição da forma de divisão dos créditos de carbono a serem gerados.

4. Validação
Avaliação inicial do projeto por auditoria independente para garantir alinhamento com padrão de creditação definido.

5. Monitoramento
Avaliação periódica do projeto para garantir performance, com base em metodologias aceitas internacionalmente.

6. Verificação
Contratação de verificação independente para verificar resultados do monitoramento, agregando transparência e credibilidade.

7. Pagamentos
Registro dos créditos gerados em plataforma pública, comercialização dos créditos e repartição dos benefícios com o produtor rural.

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